Você demora a chegar
E eu a disfarçar calma,
Porém roendo as unhas devagar,
Agoniado revelo-me.
Seus olhos a me procurar
Encontram-me.
Sinto sua boca a me beijar
E seu beijo acalenta-me,
Dissipando qualquer vetígio
De espera e solidão.
Sempre estar com você me cura.
José Rosa
*Onicofagia - mania de roer as unhas / poema inspirado na música (Vo)c da banda Vídeo Hits
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Cinza (Agosto/2012)
Quinta outrora
Sorriso largo.
Hoje, nem mesmo a promessa
De um lindo dia de sol e a
Chegada da bonança esperada
Descerra meus lábios ou
Suaviza meus semblante tristonho.
Desânimo...
Força somente para conter as lágrimas.
José Rosa
Sorriso largo.
Hoje, nem mesmo a promessa
De um lindo dia de sol e a
Chegada da bonança esperada
Descerra meus lábios ou
Suaviza meus semblante tristonho.
Desânimo...
Força somente para conter as lágrimas.
José Rosa
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Sovina (Junho/2012)
Pedi a ela
Seus braços sempre abertos para mim,
Também seu amor.
Como resposta recebi:
Contente-se com o meu eventual desejo
E minhas pernas abertas.
José Rosa (ZeRo S/A)
Seus braços sempre abertos para mim,
Também seu amor.
Como resposta recebi:
Contente-se com o meu eventual desejo
E minhas pernas abertas.
José Rosa (ZeRo S/A)
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Desfibrilador (Abril/2012)
Meu coração,
Imediatamente, voltou a bater,
Quando pela primeira vez
Vi, ali, parada bem na minha frente,
Você.
José Rosa (ZeRo S/A)
Imediatamente, voltou a bater,
Quando pela primeira vez
Vi, ali, parada bem na minha frente,
Você.
José Rosa (ZeRo S/A)
terça-feira, 10 de abril de 2012
Caminhos (2011)
Às vezes nos perdemos.
Pegamos caminhos,
Que nos levam a destinos
Diferentes daqueles de nossos sonhos.
Porém, se não pararmos de sonhar,
Sempre podemos recomeçar.
Se nossas lágrimas não são solitárias,
Nosso sorriso contamina muitos.
Com a cabeça erguida.
O coração receptivo,
Pensamentos positivos,
Sentimentos nobres.
Seguir em frente, sem olhar para trás.
Acertando e errando.
E o principal, aprendendo:
Ninguém pode viver sozinho.
José Rosa (ZeRo S/A)
Pegamos caminhos,
Que nos levam a destinos
Diferentes daqueles de nossos sonhos.
Porém, se não pararmos de sonhar,
Sempre podemos recomeçar.
Se nossas lágrimas não são solitárias,
Nosso sorriso contamina muitos.
Com a cabeça erguida.
O coração receptivo,
Pensamentos positivos,
Sentimentos nobres.
Seguir em frente, sem olhar para trás.
Acertando e errando.
E o principal, aprendendo:
Ninguém pode viver sozinho.
José Rosa (ZeRo S/A)
sábado, 28 de janeiro de 2012
Perdido (Junho/2011)
A luz invade o ambiente.
Sombras criam figuras difusas.
Tento decifrá-las.
Tantas variantes,
Tantas possibilidades.
Perco-me em pensamentos.
Já não estou somente neste lugar.
Viajo pelo tempo e espaço.
Sinto-me onipresente.
Estou aqui.
Estou em outros muitos lugares.
Só não sei onde queria realmente estar.
A luz me faz enxergar caminhos.
Estou perdido.
José Rosa (ZeRo S/A)
Sombras criam figuras difusas.
Tento decifrá-las.
Tantas variantes,
Tantas possibilidades.
Perco-me em pensamentos.
Já não estou somente neste lugar.
Viajo pelo tempo e espaço.
Sinto-me onipresente.
Estou aqui.
Estou em outros muitos lugares.
Só não sei onde queria realmente estar.
A luz me faz enxergar caminhos.
Estou perdido.
José Rosa (ZeRo S/A)
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Só (Outubro/2002)
Outro dia,
Havia certas coisas e pessoas,
Que a mim faziam bem.
Porém, hoje, que não é um dia tão bom,
Estou aqui sentado
Neste quarto vazio.
Os olhos fechados,
Relembrando-as.
E só.
José Rosa (ZeRo S/A)
Havia certas coisas e pessoas,
Que a mim faziam bem.
Porém, hoje, que não é um dia tão bom,
Estou aqui sentado
Neste quarto vazio.
Os olhos fechados,
Relembrando-as.
E só.
José Rosa (ZeRo S/A)
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Real Fantasia (2009/2011)
Na penumbra da sala-de-estar,
Eu sentado na poltrona
Como um rei em seu trono.
E minha rainha,
Como uma serpente,
Contorcendo-se em meu colo.
Seu corpo nu
pescoço nuca ombros negrasmadeixas
costas cintura glúteos pelemacia
aromas sons cenários formascurvilíneas
Meus sentidos atônitos.
Uma noite real de fantasias.
José Rosa (ZeRo S/A)
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Lua Nova (Novembro/2011)
A lua na noite quente,
A mim presenteou
O que lhe mais ascende:
Seu brilho mágico,
Sua graça que transcende.
Eu grato,
Acolho-a junto ao meu corpo,
Em uma abraço laço,
Aguardando a luz matutina
Que iluminará o meu sorriso fácil.
Efeito da lua na minha alma;
Reflexo da lua na minha vida.
José Rosa (ZeRo S/A)
A mim presenteou
O que lhe mais ascende:
Seu brilho mágico,
Sua graça que transcende.
Eu grato,
Acolho-a junto ao meu corpo,
Em uma abraço laço,
Aguardando a luz matutina
Que iluminará o meu sorriso fácil.
Efeito da lua na minha alma;
Reflexo da lua na minha vida.
José Rosa (ZeRo S/A)
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Desabafo (Homem Objeto) - Setembro/2011
Quando ela está tesa,
Diz repetidas vezes
Que sou especial e que me adora.
Lança-me olhares de quem tem muita fome,
E então me devora.
Quando o cio passa,
Me trata com desdém e frieza.
Seu olhar me ignora.
Quando me aproximo
Em busca de seu afeto e calor,
Pede para que eu me afaste,
E retruca que para essas coisas,
Aquele momento não é hora.
José Rosa (ZeRo S/A)
Diz repetidas vezes
Que sou especial e que me adora.
Lança-me olhares de quem tem muita fome,
E então me devora.
Quando o cio passa,
Me trata com desdém e frieza.
Seu olhar me ignora.
Quando me aproximo
Em busca de seu afeto e calor,
Pede para que eu me afaste,
E retruca que para essas coisas,
Aquele momento não é hora.
José Rosa (ZeRo S/A)
Assinar:
Postagens (Atom)


