Uma boca que gostei
Que me falava coisas abstratas
Palavras lascivas
Que nunca imaginei pudessem sair de tal boca
De lábios deliciosamente vermelhos
Que me sugava
Que me suplicava em gemidos
Absurdos que nunca antes ouvira
Ontem à noite provei
De um amor febril
Verdadeiro e efêmero
Que acabou com o chegar do dia
Que durou o tempo suficiente
Para em minha memória ser eterno.
ZeRo S/A
Você irá encontrar esse poema também postado no Blog de Sete Cabeças



7 comentários:
Efemeramente eterno. Gostei muito, amigo!!! Beijos mil!!!
grande Zé!
E abraços de todas as cabeças!
Lindo!!! acredito que todas as pessoas gostariam muito de "viver" este poema.
è impressionante a sensibilidade em expressar sentimentos!
Parabéns.
Nossa...Me abana...Q ciúmes!!!
Ficou lindo e provocante, adorei!!
Ontem foi tão bom assim? kkkkkkk
Brincadeirinha, rs ....
Beijão...te adoro
aparecer outra boca e com uma mordida molhada rasgar a eterninade e mostrar-lhe outra perecível lembrança pra sempre.... Abz Zero. Intertimente porém eterno, poetas.
Que boca heim !! E que noite ! Ambos deliciosamente libertários.
Belíssimo poema, zAntonio.
Nossa Zé!! Ufa!...
Quem dera todas as pessoas pudessem ter o mínimo dessa sensibilidade!
Parabéns!
Beijos
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