Minha vergonha
É enxergar exageradamente minhas virtudes.
É de merda que sujo
A sola do meu sapato após um passo em falso.
É de concreto o muro em que arrebento
O meu nariz após uma distração.
É triste,
Deitar na minha cama quando não tenho sono.
Minha desgraça
Será enxergar exageradamente meus defeitos
José Rosa (ZeRo S/A)
domingo, 27 de julho de 2008
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3 comentários:
Ô Zé, assim não há saída. Que coisa!
Enxergando a virtude ou a mazela, o final é quase o mesmo.
Um beijo, viu?
Profético! Duro! Seco! Rápido! Ríspido! Re-sig-na-do! Adorei o andar do personagem, caminharia ao seu lado e lhe diria: um passo atrás companheiro e veja-se andando, deixe-se ir e vamos voltar e repensar tal análise.
abzzzz
admirável mundo velho, cruel e bom se alternando, misturando, confundindo até
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