Olá!
Há muito estou a lhe observar.
Tudo em você muito me encanta,
Por isso vim aqui me apresentar.
Sou poeta,
Sou escritor amador.
Minha biografia estou a escrever,
E quero nela lhe dedicar
Um capítulo especial intitulado
Meu Grande Amor.
José Rosa (ZeRo S/A)
quinta-feira, 26 de maio de 2011
segunda-feira, 16 de maio de 2011
O seu olhar (Abril/2011)
Ah, o seu olhar!
Se multuplica,
Então são olhares.
Sedutores,
Libidinosos, tesos,
Cúmplices, compreensivos,
Questionadores, repreensivos.
Ah, o seu olhar!
Em breves instantes,
Me diz tantas coisas.
Quando se demora a me fitar,
Me seduz.
Ah, o seu olhar!
Nada mais desperta tanto a minha atenção.
Nem as vibrantes cores das flores,
Nem o mais belo luar.
Ah, o seu olhar!
O meu mais puro e sincero desejo,
Estar na mira dele,
E para sempre lá ficar.
José Rosa (ZeRo S/A)
Se multuplica,
Então são olhares.
Sedutores,
Libidinosos, tesos,
Cúmplices, compreensivos,
Questionadores, repreensivos.
Ah, o seu olhar!
Em breves instantes,
Me diz tantas coisas.
Quando se demora a me fitar,
Me seduz.
Ah, o seu olhar!
Nada mais desperta tanto a minha atenção.
Nem as vibrantes cores das flores,
Nem o mais belo luar.
Ah, o seu olhar!
O meu mais puro e sincero desejo,
Estar na mira dele,
E para sempre lá ficar.
José Rosa (ZeRo S/A)
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Loteria (Março/2011)
Quando lhe conheci
Tive absoluta certeza de que você era meu número.
Meu bilhete premiado.
Contudo, apesar da minha convicção numérica,
Ele já havia sido sorteado.
E outro, e não eu,
Foi o feliz contemplado.
José Rosa (ZeRo S/A)
Tive absoluta certeza de que você era meu número.
Meu bilhete premiado.
Contudo, apesar da minha convicção numérica,
Ele já havia sido sorteado.
E outro, e não eu,
Foi o feliz contemplado.
José Rosa (ZeRo S/A)
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Querer (Março/2011)
Não quero pegação,
Ficar no meu pé, ciúmes sem fundamento.
Atenção e dedicação eu quero.
Sou um rapaz confiável.
Não quero idolatria,
Dependência emocional, não ter vida sem mim.
Respeito e admiração eu quero.
Sou um rapaz notável.
Não quero uma louca paixão,
Atos extremados, pouca coerência.
Pequenas celebrações e gestos amorosos diários eu quero.
Sou um rapaz amável.
Não quero você
Como um troféu, mais um item da minha lista de bens.
Sendo minha namorada, minha mulher, minha companheira eu quero.
Sou um rapaz que muito lhe quer.
E isto é inquestionável.
José Rosa (ZeRo S/A)
Ficar no meu pé, ciúmes sem fundamento.
Atenção e dedicação eu quero.
Sou um rapaz confiável.
Não quero idolatria,
Dependência emocional, não ter vida sem mim.
Respeito e admiração eu quero.
Sou um rapaz notável.
Não quero uma louca paixão,
Atos extremados, pouca coerência.
Pequenas celebrações e gestos amorosos diários eu quero.
Sou um rapaz amável.
Não quero você
Como um troféu, mais um item da minha lista de bens.
Sendo minha namorada, minha mulher, minha companheira eu quero.
Sou um rapaz que muito lhe quer.
E isto é inquestionável.
José Rosa (ZeRo S/A)
terça-feira, 29 de março de 2011
Revelação (Março/2011)
Seus lábios contra os meus
Não há mais ardor.
Sua boca outrora escancarada, frouxa
Agora resiste a se abrir para mim.
Sua língua sempre tão atrevida
Se faz de tímida.
Preguiçosa, não busca os sabores da minha.
O ar de suas narinas é frio.
O beijo é breve, é pouco, é quase falso.
Então uma certeza me toma.
Este foi o derradeiro,
O beijo revelador.
Não há nenhuma dúvida
A sua boca está a outra beijar.
José Rosa (ZeRo S/A)
Não há mais ardor.
Sua boca outrora escancarada, frouxa
Agora resiste a se abrir para mim.
Sua língua sempre tão atrevida
Se faz de tímida.
Preguiçosa, não busca os sabores da minha.
O ar de suas narinas é frio.
O beijo é breve, é pouco, é quase falso.
Então uma certeza me toma.
Este foi o derradeiro,
O beijo revelador.
Não há nenhuma dúvida
A sua boca está a outra beijar.
José Rosa (ZeRo S/A)
terça-feira, 1 de março de 2011
Efemeridade (Março/2011)
Palavras escritas na areia da praia,
Água do mar que as dissolve,
Vento que as dispersa.
Palavras suas de bem-querer e desejos,
Indiferença que as contradiz,
Egoísmo que as pulveriza.
Triste efemeridade.
José Rosa (ZeRo S/A)
Água do mar que as dissolve,
Vento que as dispersa.
Palavras suas de bem-querer e desejos,
Indiferença que as contradiz,
Egoísmo que as pulveriza.
Triste efemeridade.
José Rosa (ZeRo S/A)
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Aproxima (2010)
Então é assim, mocinha?
Você aí e eu cá?
Para de fugir.
Aproxima.
Nosso romance tem cheiro azul,
E nada de blues.
Possui ritmo de valsinha alegre,
Refrescante brisa de primavera.
Aproxima.
Vamos comemorar os luares,
Ligar para dizer:
Tô com saudade.
Aproxima.
Ouça os meus olhos
Embriagados de você.
Ouça com atenção
Aproxima.
Isso, mocinha.
Bem pertinho.
Eu e você aqui.
Sempre juntinhos.
Aproxima.
sábado, 8 de janeiro de 2011
Balancete Anual (Dezembro/2009)
Dois mil e pouco de dívidas no cartão de crédito,
Mais um tanto igual no cheque especial.
Uma paixão não correspondida,
Seis noites sem dormir por conta disso.
Algumas conquistas românticas,
(meu cavalheirismo impede-me dar números).
Outros tantos foras,
(meu orgulho ferido impede-me dar números).
Zero contusão no futebol.
Vinte e seis gols – sendo um golaço:
Dois defensores tirei com um só drible,
A bola no canto direito; contrapé do goleiro.
Zero valorização no trabalho,
Vinte e poucos sapos engolidos,
Duas crises de ansiedade,
Uma consulta ao psiquiatra.
Dois funerais e um casamento.
Um batizado também.
Duas dezenas de poemas novos,
Meia dúzia de mini-contos.
Uma dúzia e meia de livros lidos.
Três bebedeiras,
Três ressacas: uma foi moral.
Um ano a mais do meu Palestra na fila.
Um sarau, zero cinema, zero balé.
Quatro feriados na praia ao sol,
Zero noite de luar.
Centenas de outras coisinhas que é melhor não computar.
Enfim, o ano no vermelho terminando.
Mais 365 dias assim e concordata terei que pedir.
José Rosa
sábado, 4 de dezembro de 2010
O Mar (Novembro 2010)
Vou sair para ver o mar,
Deslizar pelas curvas da estrada.
Um longo caminho a percorrer,
Somente para lhe encontrar.
A brisa marinha me acalenta.
O seu doce perfume me excita.
Lanço oferendas aos deuses dos oceanos,
E oferto-me a você,
Lançando-me sobre o seu corpo,
Sem medo de possíveis danos.
Nossos corpos unidos,
Bailam ao ritmo das ondas.
Tesos, vamos à exaustão.
Nosso suor, água do mar.
Vestígio do nosso amar.
Com seu canto, encanto-me, sereia.
Em suas águas, mergulho.
Mais, cada vez mais, fundo.
Sem intenção nenhuma, à superfície retornar.
Vou sair para agradecer ao mar,
O encontrar você.
Pedir licença para que por um longo tempo,
Sob a luz da Lua, e o calor do Sol,
Por suas praias, ao seu lado, poder caminhar.
José Rosa (ZeRo S/A)
Deslizar pelas curvas da estrada.
Um longo caminho a percorrer,
Somente para lhe encontrar.
A brisa marinha me acalenta.
O seu doce perfume me excita.
Lanço oferendas aos deuses dos oceanos,
E oferto-me a você,
Lançando-me sobre o seu corpo,
Sem medo de possíveis danos.
Nossos corpos unidos,
Bailam ao ritmo das ondas.
Tesos, vamos à exaustão.
Nosso suor, água do mar.
Vestígio do nosso amar.
Com seu canto, encanto-me, sereia.
Em suas águas, mergulho.
Mais, cada vez mais, fundo.
Sem intenção nenhuma, à superfície retornar.
Vou sair para agradecer ao mar,
O encontrar você.
Pedir licença para que por um longo tempo,
Sob a luz da Lua, e o calor do Sol,
Por suas praias, ao seu lado, poder caminhar.
José Rosa (ZeRo S/A)
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Olhos (Outubro/2010)
Quando ela olhou,
Profundamente dentro dos meus olhos,
Viu os seus refletidos neles.
Vislumbrou o meu, também o seu,
O nosso amor.
Apavorou-se
E se debandou.
José Rosa (ZeRo S/A)
Profundamente dentro dos meus olhos,
Viu os seus refletidos neles.
Vislumbrou o meu, também o seu,
O nosso amor.
Apavorou-se
E se debandou.
José Rosa (ZeRo S/A)
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